sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Letras

Letras

CARNAVAL COM ASTRA


(Marcha)

Letra e música de Francisco José Abreu

Vamos minha gente simbora
Carnaval chegou já está na hora
Vamos minha gente simbora
Carnaval com Astra é o melhor
Está na hora
Cerveja Astra é a melhor do Ceará
Em qualquer lugar você pode encontrar
Cerveja Astra geladinha o que, que há
Não há outra melhor no Ceará
Cerveja Astra chegou e abafou
Vamos beber e pular até o sol raiar
Cerveja Astra geladinha eu vou tomar
É a cerveja melhor do ceará
Mas quem foi que chegou
E abafou, foi a Astra, foi a Astra, sim senhor (Bis)
CANTO PARA VERÔNICA
Letra e música de Francisco José Abreu

Vai, vai tristeza
Vai, vai tristeza
O amor chegou para ficar
Chegou Verônica eu vou cantar (Bis)
Vai, vai tristeza
Vai, vai tristeza
O amor chegou para ficar
Chegou verônica eu vou cantar
Veio de muito longe
Veio pra ficar
O amor chegou pra ficar
Chegou Verônica eu vou cantar (Bis)
Tão linda me apareceu
Seu sorriso me convenceu
Que lindo seu olhar
Chegou Verônica eu vou cantar (Bis)

COMPANHEIRO

Letra e música de Francisco José Abreu. Flavio Dias

Ouve companheiro
Vou quebrar esta canção
Meu canto primeiro
Vai rasgar um ribeirão
Pega tua enxada
Compra nossa briga
Vamos jogar brasa na ferida
Vem cantador trabalhador
Vem brigador trabalhador
Canto das águas do Ceará
Morro das terras de Benvirá
Maluco mucho de Sabará
Numa só garganta
Com fome de gritar
Vem cantador trabalhado
Vem brigador trabalhador

FORÇA LIVRE
Letra e música de Francisco José Abreu
Flavio Dias

Minha senhora rainha
Cansei de tanto chegar
Venho com corpo marcado
De tanto por ti lutar
Vou esmagar teu carrasco
Ampliar teu reinado
Enquanto vida eu tiver
Senhora vou te inventar
Em teu corpo me enfeitar
Minha senhora rainha
O que mandai me buscar
Trago meus olhos cansados
Com foca pra mais cansar
Tenho um sorriso de guerras
Torturar num colar
Minha senhora rainha

HISTÓRIA VERDADEIRA
Letra e música de Francisco José Abreu

Eu vim aqui seu moço mostrar meu canto
Eu vim aqui seu moço contar minha historia
De um povo sofrido sem muitas glórias
De um gado perdido de um som da viola
Da morena que soa na mão do pilão
Da vida pesado sem torrão
De chuvas miúdas, das procissões
Da crença maldita
E os pés bem no chão
Olha, no meio do mato na garrancheira
Olha o sol tão quente, quanta poeira
Olha quantas subidas quantas ladeiras
Moço a história verdadeira
Seja de uma enxada
Ou de uma guerreira

DE EXPLORADOR A EXPLORADO
Letra e música de Francisco José Abreu

Ouça meu trabalhador
Para esta moda que eu vou cantar
Sinta bem no toque leve
Da minha viola só falta falar
Se ela fala o mar se espanta
Rico perde a banca
Deixa de mandar
Já vivi de boa vida
Olha eu era usado
E me chamei doutor
Já tive muito dinheiro
Sendo fazendeiro fui explorador
Mas tudo que eu fazia
Muita mordomia, não tinha valor
Sendo rico cheio de gloria
Não tinha historia, nem sofria dor
Foi então ouvindo a luta, vendo a labuta
Que eu descobri, que a causa era justa
A batalha era justa Curta, e não havia rei
Trabalhei como pião, numa construção deu o que contar
Que até o meu patrão, deu a minha conta me mandou andar
Nem por isso fiquei triste, olha minha cabeça não baixei
Arranquei do solo vivo, sem ter lido livros pra luta entrei
Hoje eu sou companheiro e cantador
Violeiro e prego a luta do trabalhador

CARA AMIGA
Letra e música de Francisco José Abreu
Cara amiga vem dizer
Aonde encontro você
Cara amiga vem me ver
Faz do meu corpo prazer (Bis)
Talvez na banda do norte
Menina por sorte
Encontro você quem sabe no meio da mata
Molhada de chuva cheirando a dendê



REFRÃO



Meus olhos estão rasos d’água

Menina por falta do teu querer

Saudade é bom, mas me mata

Menina não posso, viver sem você





FORÇA BRUTA



Letra e música de Francisco José Abreu



Se eu tivesse o poder

Menina ai não jogaria

O teu sorriso as tuas vitorias

Não usava chicote espora

Sei que a vida é muito dura

E de tormenta e de muita luta

Tanta revolta tanta força bruta

Tantas verdades tantas causas injustas

Vem menina vem

Vê como o trem

Se eu montei em tua vida

Provei teus calos as tuas feridas

Tuas revoltas tuas despedidas

Teus desejos, desejos de vida

Olha menina entenda

A minha sina não é só cantar

Ela é de luta e de força bruta

Também tem tempo pra te amar.













AUTO-CRÍTICA



Letra e música de Francisco José Abreu



Além de tudo tem o mar pra gente atravessar

Além um riso preso querendo voar

Além de tudo que se passa que se passa que se passa já

Nada fica tudo corre, corre para o mar

Além da noite escura pra gente odiar

Além da roupa que se veste para viajar

Além do tio tão anos perturba

Quando o relógio desperta não quer mais parar

Além da mulher do visinho a tagarelar

O marido bate nela diz que vai matar

Além dos documentos pra gente tirar

Não existe vaga em nenhum lugar

Além do movimento a movimentar

Minha mulher não para em casa nem pra gente amar

Além de eu ficar parado só a reclamar

Não encontro outra saída o jeito e Cantar

Eles querem que eu me mate eu vou me matar

Mas vou dar muita gargalhada quando o tombo pintar





MOLECAGEM



Letra e música de Francisco José Abreu



Flavio Dias



Boca de forno, forno

Tirando bolo, bolo

Jacarandá

Onde mandar eu vou

Remam, remam

Quem me tira do desgosto

Quem me tira do sufoco

Ciranda quero cantar

Remam, remam

Tira a luta da janela



Vem colher a flor mais bela

Volta e meia vamos dar

Remam, remam

Tira a palha da peneira

Quem me conta a brincadeira

Que não canso de cantar

Remam, remam

Mata o gosto da saudade

Traz lembrança a molecagem

E o medo de apanhar







CANÇÃO PARA DÉRCIO



Letra e música de Francisco José Abreu







Tenho um homem um amigo

Tenho um abrigo para o meu cantar

Seu sorriso mil loucuras

Sua doce fala me faz delirar

E sou ligado em pensamento

Como um complemento deste seu olhar

E as meninas dos seus olhos

Tanto me atingem

Fazem-me desmaiar



Quando ele canta, eu vivo outras emoções

Que meu velho coração não dá pra contar

Beijo suas mãos cansadas

De uma viola tanta dedilhar

Vejo, ele a toda hora

Mostrando-me sempre onde devo andar

E tem uma santa paciência

E uma consciência para aconselhar

Quando ele…

Olha ele é completo

Metade, deserto

Metade de mar

Tem uma banda da lua

Uma banda do sol

Uma banda de tocar

Tem a poesia certa, pra nenhum doutor poder reclamar

E a palavra é uma flecha não existe alvo que possa escapar

Quando ele…





TRISTEZA NO OLHAR



Letra e música de Francisco José Abreu



Ai como é triste

O olhar dessa mulher

Quem conhece desconhece

Não sabe da onde ela é

Toma conta de criança

De cachorro e de galinha

Ara o campo tira leite

Cuida até dos da vizinha

Afirmando o pensamento

Relembrando os seus lamentos

Ela dorme como o tempo

E acorda com o sofrimento

Quando chega o fim da tarde

Ela carré pro portão

A espera de um coitado

Pra entregar seu coração

ESTA SEMANA TALVES



Letra e música de Francisco José Abreu



Vou embora desta terra

Já não da pra ficar

Pois só falta Um segundo

Pra vida terminar

Minha mãe quando eu sai

Disse filho vai devagar

Não esqueça teu passado

E se lembre de voltar

Vai, em busca de um lugar

Quando achar vem me apanhar

Olha mãe eu te mando

Uma carta de atenção

Venda logo as nossas coisas

Mas não venda a prestação

Dê um abraço nos amigos

Diga que não chores não

A casa ta alugada

E arrumei um coração

Olha mãe muita coisa

Tenho pra te contar

Tudo agora é presente

E o futuro a chegar

Chega de tanta viagem

Agora vou parar

Encontrei um braço forte

Nele vou me apoiar

Olha mãe te prepara

Logo mando te buscar

Não espere nem um mês

Esta semana talvez.



SEGREDO DE AMOR

Letra e música de Francisco José Abreu

Mato seco gado morto

Tudo seco neste chão

Só não tem nada mais seco

Que o meu pobre coração

Por culpar de um segredo

Clareou a escuridão

Teus olhos têm segredos

Segredos de amor

Seus olhos brigam mais

Beijam mais que beija-flor

Nega me diga

Se eu estou em teu segredo

Se as meninas dos teus olhos

Ainda brigam por teu amor

Pois sendo assim

Olha que tudo acontece

Até aqui a chuva desce

Pra molhar meu interior.



SEGUIR COMIGO



Letra e música de Francisco José Abreu



Se tu quiseres seguir comigo

Aonde eu vou

Taz tua mala

Leva também

Teu amor

Olha o meu mundo não é muito certo

Mas não é deserto, pois eu tenho o mar

Além de tudo tenho uma viola

Que ainda me consola quando vou chorar

Ora não pense, pois a vida é curta

E cada vez se encurta não dá pra pensar

Veja que o tempo já deixou pra traz

Tanta coisa boa, boa até demais

Mais se não queres seguir comigo

Aonde eu vou

Mesmo sozinho

Sigo contente…



A LUZ DA LAMPARINA



Letra e música de Francisco José Abreu



A luz da lamparina

O cheiro da resina

Fumaça no quintal

É vento é temporal

O sol batendo a pino

O gado o bananal

O verde da campina

A roupa no varal

A casa sem reboco

Um poço um velho um moço

A vida num canavial

Milhões de sonhos na cabeça

Volto à terra natal

Acordo e vejo

Que a vida

É um Grande vendaval

















VIM DO NORTE



Letra e música de Francisco José Abreu



Vim do norte muito longe

Vim pro sul pro rio cantar

Minha aldeia muito longe tão distante

Ficou triste a chorar

Minha amada me responde

Onde é que vou ficar

Onde tem moda de viola

Carne seca e mungunzá

Onde tem um cajueiro

Onde eu possa descansar

Onde passa uma asa branca

Onde canta um sabiá

Minha amada me responde

Onde é que eu vou ficar

De braços cruzados cabeça parada

Num canto da sala sem ter pra onde andar



MEU VIOLÃO



Letra e música de Francisco José Abreu



Meu violão emudeceu

Qual a razão de estar assim

Meu violão, fala pra mim

Se a causa é ele

Dou-te outro tamborim

Lembra a primeira canção

Você a fez vibrar

Com seu toque sutil

Foi uma gota em alto mar

Aquilo foi magia, feitiço ou bruxaria

Mas hoje o encanto quebrou

Violão, ela tem um novo amor

Violão, velho amigo

Não quero te aconselhar

Pois você é bem vivido

E sabe como o amor lidar

Mas velho companheiro

Não leve a má eu falar

Você estar fora de tom

E assim ela não pode dançar















VEM AMOR



Letra e música de Francisco José Abreu





Vem amor, não me deixe a esperar

Já não tenho a vida inteira

Par te amar como outrora

Vem amor, não demora

Desculpa amor

Minha pressa no sorriso

É que a vida não espera

O tempo não tira férias

Amanhã levanto cedo

Vem amor, deixa de enredo

Se eu demorar a te levar ao céu

Não vá reclamar

É que o cansaço me domina

E a cabeça não opina

Seja amor, minha vacina

Vem me curar





Os olhos dessa Mulher



Letra e música de Francisco José Abreu



Edmilson Providencia





O que diz os olhos desta mulher

Ta na flor da pele na força da fé

Ta no brilho da lua, na rua, que é minha que é tua e de quem quiser

Ta no meu coração esta mulher

Ta na brisa do amanhecer

No perfume da rosa, cantiga na prosa pra que quiser ler

Ta no meu coração esta mulher

O que diz os olhos desta mulher

Ta na flor da pele na força da fé

Ta no brilho da lua, na rua, que é minha que é tua e de quem Quiser

Ta no meu coração esta mulher

Ta na fé, ta na criação

De um ser que se gera, do aperto de mão, da amizade sincera

Ta no meu coração esta mulher

O que diz os olhos desta mulher

Ta na flor da pele na força da fé

Ta no brilho da lua, na rua, que é minha que é tua e de quem quiser

Ta no meu coração esta mulher

Não é ficção o que sinto por ela

Imaginação o que o amor revela

O que diz os olhos desta mulher

O que diz os olhos desta mulher

Ta na flor da pele na força da fé

Ta no brilho da lua, na rua, que é minha que é tua e de quem quiser

Ta no meu coração esta mulher



AMIGA



Letra e música de Francisco José Abreu



Amiga sente um minuto, pois quero saber

Dos oprimidos da ela

Dos viciados, novela

De um gol que ninguém pode fazer

Amiga sinta na pele o gosto de ter

Mais um projeto envolvendo você

Nele você se agarra

Cansa-se, se esfola, se mata

Pra no final da peleja ver e morrer

Ah como eu quero você



LUZIA



Letra e música de Francisco José Abreu



Flavio Dias



Sentada nas dunas

Parou pra olhar

O filho mais velho

Saiu pra roçar

O filho mais moço

Partiu de lugar

As águas dos olhos

Correram pro mar

Luzia adeus

Vou pra não mais voltar

De laços fechados nos olhos

Vou pra outro lugar

Eu vou pra cantar

Meu velho cansado

A me ver partir

Seu rosto marcado

Não quis me sorrir

Luzia adeus

Vou pra não mais voltar

De laços fechados nos olhos

Vou pra outro lugar

E vou pra cantar















VIDA NUM CAÇOAR



Letra e música de Francisco José Abreu



Oi menino te levanta ta na hora de roçar

Oi menino te levanta tua mãe a te chamar

Oi menino te avexa vai ao rio gado banhar

Habitua-te com o clima

Não deixa o gado debandar

E a volta colhe fruta

Traz todinho num caçoar

Minha mãe não me apressa

Num tem nem sol a raiar

E o gado ta limpinho

E num dia de banhar

Pois o rio também ta seco

Só tem lama no lugar

Mesmo assim eu me habituo

Trago a vida num caçoar



SOU CANTADOR



Letra e música de Francisco José Abreu



Sou cantador

Canto a vida não enrolo

Eu embolo um ponteado

E um ponteio em alto mar

Eu desafio a tempestade

O meio dia

Sou vara de pescaria

Sou um santo pra orar

Já fui vaqueiro

Capataz de uma fazenda

Já fiz um pouco de renda

E ensinei a namorar

Já foi de fome

Guerra e fartura

Já vendi até verdura

E viajei de caçoar

Ai menino eu viajei de caçoar

Agora mesmo to querendo

A fartura

To servindo de palhaço

Para o povo do lugar













JÁ NÃO GUARDA MAIS SEGREDO



Letra e música de Francisco José Abreu



Lá no pé daquela serra

Seus olhos a me olhar

Já não guarda mais segredos

Não tem mais medo

De perder o meu amor

E as meninas dos seus olhos

Não brigam não sentem a falta do calor do meu amor

Esperando um beija-flor

Tão cansado não voltou

Não voltou igual à chuva

Que um dia no passado

Molhou meu interior

Só manchas no pensamento

E um resto de lamento

Foi o que pra mim restou



LUA LUAR



Letra e música de Francisco José Abreu



Lua luar me dar pão com farinha

Pra minha gatinha

Que ta presa na cozinha

A quartinha é de barro

O gibão é de couro

Tapioca é de coco

O doce é de leite

A garapa é da cana

E o jogo é da dama

E o jogo é da dama

E o jogo é da dama

Chora menino pelo meio do mato

Chora menino molha mundo inteiro (Bis)

E vai tocando com o seu pandeiro

Qual boiadeiro riscando o terreiro



















SÁLARIO MÍNIMO



Letra e música de Francisco José Abreu



Minha gente do Brasil

Eu tenho sorte de cantar

Mais coitada dessa gente

Sem salário pra se virar

Olha que eu cantando

Arrumo o que comer

E o povo nem chorando

Consegue sobreviver

É maracatu oi

É bumba meu boi

Cultura da terra

Terra do Brasil

Eu apoio a terra apoio a boiada

Suo contra o vaqueiro que mal sabe dá laçada.



ADIVINHA



Letra e música de Francisco José Abreu



Menina adivinha meu pensar

E arranja um tempo pra namorar

Vê o mato seco que ta no chão

Precisa de água e de suas mãos

Vê meu coração só tem solidão

E meus olhos é triste qual a escuridão

Menina quando adivinhar

Vem mai que correndo

Pois posso Voar

Passarinho de asas curtas não voa

Tais presos em meus braços

Ai que coisa boa

Menina adivinha o meu pensar

E arruma um tempo pra nós casar



CIRANDA



Letra e música de Francisco José Abreu



Põe o rosto na janela

Vem morena cirandar

Ver o sol que coisa bela

Ouve as batidas do mar

Põe teu vestido de chita

Alpargatas, amarelas

Passa o pente no cabelo

Não deixa a trança voar





DENGO



Letra e música de Francisco José Abreu



Eu vi o sol escurecer

Eu mandei te chamar

Eu vi a lua clarear

Hoje eu vim te buscar

Te prepara menina

Dá um jeito no cabelo

Vamos passear

Não é hora de passear

Meu pai pode brigar

Melhor te aquietar

Vai pra rede deitar

Amanhã cedo eu vou te ver

Corro todinha pra você

Agora não

Agora não

Agora é ó me ver



REMO AO MAR

Letra e música de Francisco José Abreu



E remo ao mar

Remo ao mar

Remo ao mar

Remo ao mar

Por cima das ondas, das ondas do mar ê (ê Maria já)

Eu sei já vou embora sem querer deixar, este imenso mar

As ondas quebrando em cima da areia

Rolando o mundo pra lá e pra cá

Eu sei vou embora pra lá e pra não mais voltar ê (Deixo contigo o mar)

Quando pensar em mim não precisa chorar, deixe o barco rolar

É sol é água

É sal este mar

É vento cortando

As águas de lá




paz muita paz...

sábado, 7 de agosto de 2010

CD novo



Minha História

sexta-feira, 25 de junho de 2010




Minha História
Posted by Picasa

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Saudade

SAUDADE




Bom dia... Boa tarde...

Boa noite...

Uma carta, uma simples carta, Letra de mão, Uma bonita caligrafia

Um sentimento numa folha de papel, Um erro de ortografia.

Passeio no parque... Uma sessão de cinema

Uma musica no radio

A pipoca... A Maria
O refrigerante...

A cola na escola...
O sorvete... O boletim

João... Medo... Euforia... . Olhar

Primeiro beijo... Sono mal dormido

O teste... A prova de filosofia

A mãe, o Pai, o Avô a tia, a mulher, o filho, a fila na padaria

A cama, a cadeira, o prato na pia

O dia, à tarde, à noite a rua, o beco, avia,

A estrada, o prefixo, o sufixo a força da lua, a maré

O amante, o retrato, a fotografia

O batom, o rugi

A pele macia

Há vida na morte

Saudade sadia

Páginas

Pesquisar este blog

Carregando...

Compositor Musico Artista Plástico

Minha foto
Meu Interior, Brasil, Brazil
30 anos de MPB. Compositor, humorista, cantor, violonista e artista plástico o Cearense Chico de Abreu. Artista intuitivo, de formação popular, Chico de Abreu teve suas primeiras experiências com os cantadores, repentistas e a musica de raiz nordestina. A convivência com estas comunidades, e as histórias que sua mãe contava sobre o sertão, a base para sua vida extraía dai sua sobrevivência, o tablado foi decisivo para traçar o perfil do cantor que hoje exibe domínio e intimidade com o palco, em plena maturidade artística, Chico de Abreu vem mantendo vivo seu trabalho, viajando pelo Brasil, mostrando sua arte e seus conhecimentos no amplo espaço que domina com seu talento e amor pela MPB. Foi diretor por quatro anos da Casa de Arte & Cultura Belchior, em Crateús. Atualmente Chico vive na Serra da Ibiapaba.